Não em todas, mas em muitas cidades pelo Brasil e pelo mundo erguem-se monumentos ao banal. Foi uma percepção que me atingiu muito recentemente, como um tapa na nuca. Algo que tem propósito, mas que ainda assim não deixa de ser assustadoramente BANAL. E eu, na qualidade de investigador de banalidades, me encontro novamente fascinado. Viva!