Perfeição. Essa palavra, sinceramente, me causa arrepios. Porque sofremos demais tentando alcançar tal ideal. Um ideal que, como grande parte das ideias, muda com o tempo, tem seus contornos redefinidos e, assim, sempre nos sentimos distantes demais do objetivo de alcançá-lo.
Mas quem disse que a perfeição deve ser perseguida? Ou melhor, pensando bem... é o que dizem. Muitos pregam isso. Entretanto, não precisamos seguir tais pregadores.
Deveríamos, antes, nos contentar com o nosso melhor. Com a nossa total entrega. Com o máximo que podemos oferecer naquilo que nos propomos a fazer. Perfeição é ditada pelo olhar do outro, que ocupa outra posição na vida e não sente a existência, ou o mundo, como nós sentimos. Portanto, suas expectativas não podem ser as nossas expectativas pelo simples fato de que suas possibilidades e seus potenciais não são as nossas possibilidades nem os nossos potenciais.
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