Olá, pessoal! Aqui é o André Burgos, e quero compartilhar com vocês algumas informações valiosas que revolucionaram a jornada de muitos rumo a uma vida mais saudável e com qualidade. Fiz essa Consultoria Gratuita sobre dois temas muito importantes: diverticulite e osteopenia. E os insights foram simplesmente incríveis!
Vamos começar falando sobre a osteopenia e a relação com a dieta. Muitos tinham medo de que uma dieta com mais proteína pudesse causar problemas ósseos, mas a ciência mostrou exatamente o contrário. Estudos comprovaram que uma dieta rica em proteínas não só não produz osteopenia nem osteoporose, mas, na verdade, protege nossos ossos! Foi importante destacar que, desde que a ingestão de cálcio seja adequada, níveis de proteína acima da recomendação diária não representam riscos à saúde óssea. Vocês podem conferir essa evidência científica no link:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29740667/
Agora, vamos falar sobre a diverticulite. Essa condição pode ser realmente desafiadora para muitas pessoas, mas saibam que a alimentação pode fazer toda a diferença. Contrariando crenças antigas, uma alimentação com baixo teor de carboidratos, como a dieta low carb ou cetogênica, não aumenta o risco de recorrência dessa condição dolorosa e grave. Pelo contrário, ao reduzir a obesidade, a síndrome metabólica e a inflamação crônica, essas abordagens alimentares ajudam a diminuir os fatores de risco para a diverticulite.
A ciência nos mostrou que alguns conceitos antigos sobre a diverticulite precisavam ser reavaliados. Comer mais fibras, por exemplo, não impede a formação dos divertículos. Além disso, constipação intestinal não parece estar relacionada à doença diverticular. No entanto, dietas com quantidades adequadas de fibras podem reduzir o risco de ataques agudos de diverticulite e prevenir complicações mais graves.
Vamos dar uma olhada nos principais fatores de risco para a diverticulite. Além da idade, a genética desempenha um papel importante, e se um membro da família teve diverticulite, é necessário estar atento. O fumo, a obesidade e a inatividade física também aumentam o risco, assim como o diagnóstico de diabetes e o uso de certos medicamentos.
Mas calma, não se preocupem! Na live, respondi a diversas perguntas e compartilhei dicas valiosas para ajudar a reduzir esses riscos e melhorar a saúde intestinal. Afinal, a prevenção é sempre o melhor caminho.
Estou empolgado em continuar acompanhando todos vocês nessa jornada de transformação e saúde. Se vocês quiserem saber mais sobre como emagrecer sem dietas mirabolantes ou remédios, e ainda assim se sentir saciado e satisfeito, fiquem ligados nas próximas lives! Vamos juntos alcançar o equilíbrio perfeito para uma vida plena e saudável.
Obrigado a todos que acompanharam a live e fizeram dela um momento especial. Nos vemos em breve! Abraços saudáveis a todos!
Referência citada:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29740667/
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