Oi cebolitas!
Com toda a certeza já ouviram dizer:
A relva da vizinha é mais verde do que a minha 🌱
Mas quantas vezes já sentiram isso mesmo? Pois é, cá estamos nós de volta e esta semana trazemos um habitual episódio de deep dive, um mergulho profundo nas comparações que sofremos, observamos, sentimos e, muitas vezes sem nos apercebermos, repetimos. Desde o:
Gostas mais da mamã ou do papá? ❤️
que somos forçadas a comparar gostos, gestos, atitudes, formas de ser ou até sentimentos, corresponder às expectativas duma pessoa, duma sociedade que nos pressiona a sermos sempre melhores, mais capazes, mais aptas, mais felizes e, no fundo, mais bem encaixadas. Hoje, debruçamo-nos sobre algumas dessas comparações e o quão injustas podem ser... Tenham elas a ver com o corpo, produtividade, pessoas ou sentimentos. Mas também que podem ter um lado bom, que nos força a olhar as conquistas que já fizemos e que podem até ser motivadoras. ✨
Contem-nos tudo. Quantas vezes fazem comparações no vosso dia-a-dia? Quantas vezes param para olhar para a relva da vizinha e pensam que a vossa está tão murcha? E quantas vezes pensaram também de como conseguiam regar a vossa relva tão bem no passado, mas agora parecem não conseguir mais fazê-lo da mesma maneira?
Já estamos a preparar o gelo para o próximo tema, mas, até lá, fiquem connosco neste chá das comparações 🫖