Cebolitxas de nuestro corazon ❤️
(não sei porque me dá para falar em portunhol convosco, aceitem só)
Estamos de volta com um tema denso, mas comum a todas as pessoas (aquelas que disserem que nunca sofreram disto estão a mentir): a síndrome do impostor. Quem nunca se sentiu completamente perdido num teste, no primeiro dia dum trabalho novo, numa reunião de trabalho ou numa apresentação importante? Quem nunca pensou que seria incapaz de fazer algo bem e ser bem sucedido? Quem nunca se sentiu uma fraude, que estavam enganados em confiar em nós (ou em escolher-nos para um prémio) e que iríamos ser descobertos a qualquer momento? E quem nunca pensou que era a pior filha/o, irmã/o, namorada/o, mãe/pai? 🫣
Pois é, a síndrome do impostor é comum a todas as pessoas e, embora revele uma falta de confiança em nós mesmos, pode simplesmente significar falta de experiência ou medo do desconhecido. O problema é quando esta síndrome nos impede de arriscar, de fazer as coisas por nós ou até de sermos nós mesmos, mostrando uma falta de amor próprio enorme. E, por isso mesmo, nós viemos com este chá falar-vos das nossas inseguranças e abrir o coração para algumas das vezes em que a síndrome do impostor falou mais alto. 😬
E vocês? Em que situações é que sentiram que deixaram de fazer coisas por causa de se sentirem impostores? Sentem mais isso com os amigos, a família ou em questões de trabalho? Quando foi a primeira vez que o sentiram? E quando foi a última? De que forma lidam com isso? Contem-nos tudo, tudo.
Nós por cá já estamos a preparar o bule para o próximo tema. Até lá, fiquem connosco neste chá do impostor 🫖
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