Em 2022, além da CPI do MEC, sobre escândalo envolvendo pastores e o ex-ministro da educação Milton Ribeiro, outras três CPIs foram requisitadas, mas ainda não foram instaladas: uma sobre o narcotráfico, outra sobre recursos públicos utilizados por ONGs para combater o desmatamento na Amazônia e a terceira sobre obras de creches e escolas inacabadas e sobre o fundo de financiamento estudantil. Para entender como as CPIs funcionam, quais são os seus poderes e quais as expectativas para a implementação da CPI do MEC, conversamos com o advogado Marcos Rogério, integrante da Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD), e com o cientista político Marco San.