Numa noite comum de março de 1997, Phoenix para. Não por sirene, não por terremoto mas por um desenho no céu. Pessoas saem de casa de meia, apontam, chamam o vizinho, encostam o carro no acostamento. O que era “só uma luz” vira formação: um V, um bumerangue, um contorno escuro marcado por pontos brilhantes atravessando o Arizona com calma demais pra parecer acaso.
Só que Phoenix é um caso com duas cenas e é aí que mora o incômodo.
Mais tarde, outra sequência de luzes aparece no horizonte, aparentemente “paradas”, como se o céu tivesse decidido segurar a imagem tempo demais. E quando uma luz fica tempo demais no seu campo de visão, o susto vira outra coisa: vira dúvida que não fecha. A explicação mais citada entra em cena, flares militares em treinamento, e ela pode encaixar muito bem esse segundo ato da noite.
O problema é quando tentam usar um carimbo só pra noite inteira.
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…a verdade está lá fora — e o próximo episódio pode ser sobre você.