A dor que não conhecemos ou fingimos não sentir
Enquanto assistia ao documentário Filho da Mãe (disponível na Prime Vídeo @primevideobr), a fala da atriz Mônica Martelli @monicamartelli me impactou muito. Mônica disse que a gente deve se “apaixonar pelos amigos”, enquanto lembrava do ator Paulo Gustavo.
Semana passada, no aniversário da queridíssima amiga Célia Arribas @ce_arribas, em um caloroso papo com a sua namorada Andréa Gesteira @deagesteira, ela me disse, a queima roupa, que “um coração só está verdadeiramente aberto quando se parte”.
Ambas falas soaram como um coice sensorial.
Sabe aqueles momentos, quando você é arremessado para trás sem saber de onde veio o golpe?
Sim, apaixonar-se por amigos não tem a ver como amor erótico.
E ter um coração partido não quer dizer apenas tristeza.
São apenas grandes oportunidades para um ser humano virar gente de verdade.
Um coração partido é o aviso de que a hora da faxina chegou, e que vamos descobrir muitos cacos, teias de aranha e poeira em lugares que nem imaginávamos.