O Natal nos convida a diminuir o passo
e ampliar a presença.
É tempo de refletir, revisitar a memória,
projetar o amanhã
e sonhar novos feitos.
Permita-nos fazer algumas perguntas,
daquelas que falam baixo,
mas alcançam fundo:
Como estamos vivendo?
Nossas escolhas têm sido sábias?
Com quem estamos caminhando?
Talvez possamos sugerir algo simples —
e profundamente verdadeiro:
O maior presente segue sendo a presença.
Presença que escuta.
Presença que acolhe.
Presença que permanece.
Somos eternos aprendizes:
aprendemos pela experiência,
evoluímos pelo amor
e nos aperfeiçoamos a cada encontro.
A lei do retorno ensina com delicadeza:
toda ação gera aprendizado,
toda escolha semeia futuro,
todo gesto de bondade ilumina caminhos.
O Natal acende a luz interior,
a chama que orienta decisões
e guia passos com serenidade.
Cada pessoa é uma obra em construção,
feita de intenção, responsabilidade e caridade.
Vale refletir, mais uma vez:
Temos cuidado do essencial?
Temos sido justos conosco e com os outros?
Temos agradecido pelas oportunidades de cada dia?
A família — de sangue ou de afeto —
é escola de convivência,
onde o perdão educa,
o respeito amadurece
e o amor se transforma em prática diária.
Que este Natal inspire silêncio, oração e confiança.
Que possamos honrar o que foi,
acolher o presente
e criar novas memórias com propósito,
porque viver também significa recomeçar.
Que 2026 nos encontre mais conscientes,
mais fraternos
e mais presentes uns na vida dos outros.
Feliz Natal.
Com fé, esperança e luz no caminho.