Já se perguntou o que acontece quando etiquetas como "racista" e "homofóbico" são lançadas sem parcimônia sobre qualquer discordância de opinião? Agora, imagine só, aqueles que não veem com bons olhos a imigração ilegal rotulados como racistas, ou quem questiona a presença de drag queens para crianças sendo automaticamente tachado de homofóbico. E não podemos esquecer daqueles que, por recusarem trocas étnicas e resistirem ao Afro-centrismo na cultura pop, são prontamente rotulados de racistas também.
E adivinhe? As pessoas se cansam dessa avalanche de rótulos, dessas inverdades que poluem o discurso público. As pessoas ficam saturadas dos "floquinhos de neve" ditando o que é aceitável ou não para seus filhos. Este é o panorama que presenciamos recentemente no mundo, com países fazendo uma guinada para a direita. Estados Unidos com Donald Trump, Argentina com Millei, e várias nações europeias elegendo líderes que desafiam o status quo.