Hoje é impossível negar os verdadeiros hospícios socialistas que se tornaram as universidades brasileiras. Através da enculturação das teses marxistas na academia (ao ponto de permear quase todas as matérias de humanidades com interpretações ramificadas do marxismo), a escola de Frunkfurt conseguiu iniciar com extremo sucesso a hegemonia intelectual esquerdista que ainda hoje domina as academias de ensino ao redor do mundo. O pensamento esquerdista, na universidade brasileira, tornou-se hegemônico e manteve-se dogmático (dois princípios extremamente perigosos quando unidos); contrariá-lo ou questioná-lo é crime “lesa-pátria” que pode render hematomas e queimas de reputação pessoal e acadêmica.
Não há espaço para contrapontos e debates saudáveis na academia brasileira; quem já foi universitário na área de humanidades e tentou se opor à doutrinação sabe que tal realidade é cortante e inegável. Neste episódio Michael Amorim comenta sobre como o homem de letras está afastado da realidade do homem comum, e o papel dos intelocratas nessa esterilidade intelectual brasileira. Ajude-nos a comprar um pastel com refri na Deodoro, clique aqui e conheça nosso Apoia-se: https://apoia.se/carcarasufma