Boa quinta-feira, pessoas gostosas ❤️
Esta semana vamos voar até ao Japão, yay! Estou a tentar estar feliz para vos distrair? Sim! O episódio é muito gráfico e horrível? Sim! Mas a minha missão de contar histórias continua, mesmo quando é difícil, por isso cá vamos.
Esta semana estou com a Diana, a pessoa que eu conheço (e amo) que mais gosta de crimes e de sangue, a que segue todos os podcasts, lê todos os livros e sabe de muitas histórias. Em suma, a única pessoa que era capaz de ter estômago forte para reagir a esta história, a de Junko Furuta, uma rapariga japonesa de 17 anos que foi torturada e morta às mãos de homens/rapazes. É muito, muito gráfico e foi muito desconfortável para mim e para a Diana. Mas se há coisa que temos aprendido nas últimas semanas é que é no desconforto que evoluímos e crescemos, não é verdade? Por isso, apesar de ser muito difícil de engolir, acho um episódio absolutamente necessário. Porque estas coisas continuam a acontecer e nós precisamos de falar sobre elas, para que se saibam. Porque a informação (certa, claro) é poder. ✊
Para os mais sensíveis: se não conseguirem ouvir este episódio hoje (ou sempre), não faz mal, a Bilinha não se importa que saltem este. Mas ouçam só a intro, que nós fornecemos informações importantes sobre coisas que temos aprendido com as últimas semanas, sobre o racismo e o anti-racismo. Sigam-me pelo Patreon para entrarem na nossa comunidade bonita e falarmos todos juntos sobre coisas tão estranhas quanto interessantes. O link está no meu perfil do Instagram: @raquelcaldevilla . Mandem-me emails com histórias vossas ou sugestões para novos temas: raquel.caldevilla@gmail.com
Até lá, tenham uma semana muito arrepiante. 😱