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O que vem à sua mente quando você pensa em alguém poderoso?

O poeta Manoel de Barros tem uma sugestão: “Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro. Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas)”.

O que é insignificante em nós e em nosso mundo? O que deixamos de fora dos registros dos nossos sucessos?

Temos os mesmos parâmetros de poder de um rei que se deixou ser escarnecido e morto; de um mestre que lavou os pés de seus seguidores; de um Deus que se fez bebê ao relento?