Até muito recentemente, a pessoa que ousasse relacionar o cérebro ao metabolismo seria visto como maluca. Pois é, quanta gente pirada estava certinha sobre essa conexão, não é? Essa relação hoje é famosa e muito estudada pela medicina. Ela é tão importante que até ganhou um episódio inteiro nas temporadas anteriores que fiz, quando falei sobre o jejum intermitente. Nosso corpo tem 36 trilhões de células e nele 10 mil vezes esse número são de bactérias, imagine! Noventa por cento delas vivem nos intestinos com uma função essencial: manter a comunicação bidirecional entre intestino e cérebro. Os intestinos tem 100 milhões de neurônios, você sabia? Lá existem também as células enterocromafins que produzem serotonina e mantém amizade íntima com o nervo vago. No intestino é armazenada mais de 80% da serotonina produzida, e além disso ali são também produzidos mais de 30 tipos de neurotransmissores. As células enterocromafins mantêm uma comunicação animada e direta com o nervo vago. A ativação do vago reduz a inflamação, as alergias e promove a memória, a cognição (através da liberação de acetilcolina) e melhora o sistema imune, ao lado ainda do aumento do relaxamento (através da liberação de ocitocina). Imagina uma meditação que motive e acelere o relacionamento entre sistema digestivo e o cérebro, vamos a ela?
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