(esse texto foi publicado originalmente em 21.1.22)
André nasceu numa sociedade super racista do sul dos EUA e foi criado pela vó que era frequentadora assídua das igrejas negras americanas. No documentário dele, amigas e pessoas próximas relatam sobre como o momento da igreja de domingo, na comunidade preta era tal qual uma fashion week: o momento que os uniformes e roupas de trabalho da semana davam lugar ao que as pessoas tinha de melhor em seus guarda-roupas. E André estava lá.
André foi um homem gay, alto, gordo, e imprescindível para muitos dos grandes momentos da moda mundial. Trabalhou por anos com a Diana Vreeland, a primeira editora de moda famosa do mundo e que inspirou o filme “Diabo Veste Prada” mais do que a própria Anna Wintour. Foi assistente dela na revista Interview e conviveu com artistas como Andy Warhol. Trabalhou com Karl Lagerfeld e Yves Saint Laurent por toda a vida deles. Sentava ao lado de Anna Wintour em todas as primeiras filas dos desfiles de Paris, Milão, NY… E quando perguntado se a moda era arte ele responde “Não! Moda é trabalho duro, é difícil. Não é glamuroso”.
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