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O bilionário Elon Musk comprou a rede social Twitter por US$ 44 bilhões  (cerca de R$ 215 bilhões). Apesar de se dizer um defensor da liberdade de expressão, em 2020, após ser acusado de ter participado de articulações que culminaram na destituição do governo de Evo Morales na Bolívia, Musk escreveu "vamos dar golpe em quem quisermos, lide com isso".

O Twitter e outras grandes redes sociais digitais como Facebook, YouTube, Instagram e Whatsapp, estão no centro do debate sobre proliferação de fake news. Embora não tenham sido criadas com o objetivo de se tornarem canais de informação, essas plataformas e seus algoritmos são hoje as principais mediadoras de conteúdo para o público conectado.

O que o negócio tem a ver com o direito à livre informação? E como as mídias populares e independentes estão se organizando em tempos de desordem informativa?

Como se informar na era da desinformação?

Participantes:

Giovanna Carneiro: repórter da Marco Zero Conteúdo 

Yane mendes: cineasta periférica e coordenadora da rede tumulto 

Lula Pinto: coordenador do Mestrado em Indústrias Criativas da Unicap