Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor.
Após dar orientações do modo como os cristãos devem proceder e serem submissos às autoridades civis, e os servos aos seus senhores, Pedro se dirige às mulheres cristas e as instrui sobre como devem proceder com o seu marido não crente. Assim, ele as exorta a serem submissas, ou seja, a se sujeitarem ao seu esposo.
Sabemos que não é fácil e um grande desafio, principalmente quando se trata de maridos não cristãos, mas, como Pedro vem ensinando desde o início da carta, é preciso que soframos por amor a cristo. E ainda que seja árduo, não podemos nos esquecer de que a sujeição auxilia no testemunho cristão – o apóstolo também ressalta a importância disso desde o começo. Pedro chama a atenção para que as esposas tenham conduta irrepreensível e uma vida de santidade, demonstrando, assim, a fé no salvador. A palavra de Deus nos diz em Tiago, capitulo 2, versículo 17, que a fé sem obras é morta, e é deste modo que devemos proceder, pois nossa vida deve refletir Cristo e devemos proclamá-lo em tudo o que fazemos.
O evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que nEle crê, e é por meio desse poder que Deus usa uma esposa fiel para levar seu marido à salvação. Portanto, nós esposas cristãs devemos ser não somente ouvintes, mas operosas praticantes da Palavra de Deus, para que, mediante nosso testemunho, nosso cônjuge e muitas outras pessoas possam se render aos pés do Senhor e Salvador Cristo Jesus.
Maria Rita