sobre o que eu, você e Clarice Lispector atravessamos quando nos podamos para caber.
registros de 1948, de Clarice para sua irmã, parecem ter superado o tempo e chegam hoje como um lembrete de que respeitar a própria verdade é condição de vida plena.
- não consegui copiar a carta toda aqui por limitação de caracteres, mas segue o link onde tive acesso a ela na íntegra (fonte confiável):