A chegada do coronavírus mostrou que a maioria dos estados brasileiros era despreparado para atender, na rede pública, casos graves de pacientes infectados. E forçou gestores a prepararem a rede pública de saúde para uma alta demanda. Rede essa que já operava no limite e já sofria com falta de leitos para as doenças já conhecidas.Um dos grandes desafios foi então ampliar o número de leitos clínicos e os de Terapia Intensiva, tipo demandado e necessário nos casos mais graves da Covid-19.Na Bahia o acréscimo de fevereiro, quando não haviam casos registrados, para o número atual, foi de 61% nos leitos de UTI. Incluindo unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e as privadas, adultos, pediátricas e neonatais.O terceiro Turno desta sexta-feira está no ar e nós vamos discutir o que fica de legado para a Bahia após a crise sanitária do coronavírus?