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Nesta semana analisamos os movimentos estratégicos mais recentes no ecossistema de AI, com destaque para a consolidação acelerada do mercado e para a corrida à infraestrutura que está a redefinir quem controla o futuro da inteligência artificial.

Começamos pela Nvidia e por um possível negócio avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares, que ilustra como o acesso a chips especializados e capacidade de inferência se tornou um dos principais gargalos — e armas competitivas — na nova economia da AI.

Passamos depois pela Meta, que continua a apostar forte na integração vertical de talento, produto e distribuição, com a aquisição de uma startup de AI que já soma milhões de utilizadores pagantes, levantando questões sobre estratégia, defensibilidade e o papel das big tech na próxima vaga de aplicações inteligentes.

Aprofundamos ainda a discussão sobre AI agents, com uma análise prática ao conceito de “context engineering”: como estruturar contexto, memória e ferramentas para tornar agentes realmente úteis, fiáveis e escaláveis no mundo real, a partir de aprendizagens de quem os está a construir no terreno.

Pelo meio, discutimos o que estes movimentos revelam sobre o estado atual do mercado: concentração vs. inovação, infraestruturas vs. aplicações, e se estamos a assistir ao início de uma nova fase de maturidade — ou apenas a mais um ciclo de hype.

Entre outros temas.

Links:

Nvidia, chips e infraestrutura de AI:
https://www.wsj.com/business/deals/nvidia-20-billion-groq-deal-9f8d3a5b

Meta, aquisições e distribuição em AI:
https://www.wsj.com/tech/ai/meta-buys-ai-startup-manus-adding-millions-of-paying-users-f1dc7ef8

AI agents e context engineering:
https://manus.im/blog/Context-Engineering-for-AI-Agents-Lessons-from-Building-Manus