Apoiar a ciência é investir no futuro, mas por que ainda há tão poucos recursos filantrópicos destinados à pesquisa?
Neste episódio do @impactocientifico, recebemos Sergio Teixeira Ferreira e Luiza Serpa para uma conversa essencial sobre o papel da filantropia na ciência.
Falamos sobre como traduzir o impacto científico para diferentes públicos, a importância da linguagem para aproximar cientistas e filantropos e o potencial transformador da filantropia de risco.
Também discutimos como engajar novos doadores e tornar a ciência mais acessível como causa, além da urgência de construir uma cultura de doação colaborativa no Brasil.
Comente e compartilhe para quem vai gostar desse assunto!
Nossos convidados:
Sergio Teixeira Ferreira, professor titular na UFRJ, membro da Academia Brasileira de Ciências e chairman do Comitê Científico da Alzheimer’s Association International Conference. Pioneiro no Brasil em pesquisas sobre a perda de memória na doença de Alzheimer, ele traz uma bagagem multidisciplinar que conecta bioquímica, física e neurociências.
Luiza Serpa, fundadora e diretora executiva do Instituto Phi, referência no fortalecimento do Terceiro Setor e na mobilização de recursos para causas sociais. Fellow da Skoll Foundation, reconhecida como Empreendedora Social pela Folha de S. Paulo, é uma líder que potencializa o impacto da filantropia no país.
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