Passamos a metade da nossa vida escondendo partes de nós em uma sacola.
E a outra metade tentando nos reencontrar.
Nosso maior patrimônio é a nossa singularidade.
Esse amalgama complexo e paradoxal que nos torna únicos.
Podemos sim ser muito bons. Mas somos mais quando somos inteiros.
Vamos abrir essa sacola?