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Diz assim o Terceiro Manifesto do Teatro O Bando, no capitulo dedicado aos públicos: Contamos com o apoio dos espectadores mais atentos, dos investigadores, dos jornalistas e dos críticos de Teatro, dos estudantes, de todos os que, como nós, precisam de obras artísticas para ver além do que parece estar à vista.

Hoje conversamos com um dos nossos espectadores mais atentos, mais fiéis e mais antigos.  Conheceu o Bando através da palavra “itinerante”, um grupo que andava mas não estava em lado nenhum.

É um autêntico coleccionador de espectáculos, de bilhetes (do Bando e não só) e de memórias. É alguém que se senta na plateia como quem se senta a uma mesa para observar e escutar quem, do outro lado, lhe quer contar mais uma história.

E quando gosta do que lhe contaram, regressa no dia seguinte para ver sempre o mesmo espectáculo de maneira diferente.

Com uma história pessoal ligada à censura, ao exílio e à educação, viemos ter com ele à Café Teatro da Comuna, outras das suas casas.

Sejam bem-vindos ao podcast (h)à Bando e à conversa com o espectador profissional, Luis Vasco.

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50 anos h(à) Bando é um podcast do ⁠⁠⁠⁠⁠Teatro O Bando ⁠⁠⁠⁠⁠com coordenação de João Neca lançado por ocasião do 50º aniversário do grupo em Outubro de 2024.

A pesquisa é de Nicolas Brites, a produção de Raquel Belchior, o som de Miguel Lima e o grafismo de Maria Taborda.

A música do genérico é uma composição de Nuno Cristo para o espectáculo Afonso Henriques, o espectáculo mais antigo Bando ainda em cena, estreado em 1982.

Este e outros episódios em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.obando.pt⁠⁠⁠⁠