Ser mulher é a coisa mais perigosa do mundo. Uma conversa sobre o medo que a gente aprende a sentir cedo demais, sobre as memórias que nunca curam totalmente, sobre toda raiva que denuncia a impotêcia e sobre as violências que seguem marcando a experiência de-ser-mulher-no-mundo. Falo também do cuidado possível, do acolhimento e de como proteger o corpo e a mente quando tudo pesa demais.