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Description

Hoje a gente entra em Sándor Ferenczi não para defender um jeito “mais humano” de clinicar, nem para relativizar limites, mas para encarar uma pergunta que costuma incomodar quem escuta sofrimento de perto. O episódio parte de situações comuns - quando alguém sofre diante de nós e qualquer gesto parece arriscado - para atravessar a ética do cuidado como um problema, não como solução. Entre o silêncio que se justifica como técnica e o cuidado que se apresenta como virtude, a questão que insiste é direta: em que ponto a intervenção sustenta - e em que ponto ela começa a capturar?

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Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.