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Description

Não é a águia de garras
afiadas, nem o dólar, frio e cintilante,

mas o sol que beija a terra
vermelha, onde a semente ancestral, gigante,

brota em cantos e rezas, em
ritmos que o aço não silencia.

É a força do samba, a chama da
salsa, o rap que a opressão transcende.

This is not the conquest's crimson stain,

nor the whip's cruel lash, the shackle's chain.

This is the echo of a forgotten song,

a tapestry woven, where we all belong.

 

De Atahualpa a Marielle, um
grito ecoa na pele,

um rio de sangue e suor, que
corre em veia e em canção.

Residente clama, Gambino
protesta, Anitta dança a fúria,

Shakira e Ricky Martin, uma
sinfonia de resistência pura.

 

Mujica sorri, Lula acena, um
novo futuro a se inventar,

onde a América não seja um
nome roubado, uma história a lamentar,

mas um abraço diverso, cores
vibrantes em aquarela,

um canto de liberdade, onde a
justiça se instala.

 

This is the sweat of the farmer's brow,

the laughter of children, here and now.

This is the healer's hand, the poet's pen,

a symphony of hope, for all women and men.

 

É a força da floresta, a
sabedoria dos ancestrais,

o milho que alimenta, a terra
que abraça os seus reais.

Não são muros e fronteiras,
mas pontes de encontro e união,

um mosaico de culturas, um
sonho em construção.

 

This is not the myth, the fabricated lie,

but the truth that shines, in the earth and sky.

This is the promise of a dawn anew,

where justice reigns, and dreams come true.

 

This is what should be America! Um
grito do coração,

um recomeço em cada passo, uma
nova nação.

Forjada na resistência, na
luta e na esperança,

uma América pluriversa, em
eterna dança.

Claudio Vieira da Silva

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