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A primeira vez que conversei com T-Rex foi em setembro de 2016 e, na altura, descrevi-o como um puto da Linha de Sintra que adorava música, tocava vários instrumentos e que já tinha-se aventurado numa banda de heavy metal. Com Meu Espaço e REXPECT lançados e, apesar do seu talento e foco serem um vislumbre de um futuro promissor, nada apontava que, seis anos depois, T-Rex acumularia quatro discos de ouro, um de platina e estaria no topo dos rappers mais ouvidos em Portugal e nos PALOP.

O que mudou na vida de Tóy-Tóy T-Rex desde essa tarde de 2016, em que nos encontrámos na zona da baixa do Chiado? A certeza é uma só: a companhia é a mesma de sempre, Mafia 73,Judler e Smyle. Se estes são, indiscutivelmente, a base do seu sucesso, a coluna vertebral da sua carreira é a família, começando na irmã mais velha, que ia dando gás à sua fome de criar e prosperar. Seis anos corridos, é exatamente isso que reverbera nesta nossa nova conversa, que serviu também para contextualizar as últimas conquistas e para elucidar que T-Rex não é apenas um rapper da Linha que gosta de música mas “um rapper luso-angolano que vive da música e que é ouvido em Portugal, em todos os PALOP e não só.

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