Rui desconhecia que a sua inquietação era fruto da falta. Era incapaz de compreender o que sentia, de adormecer o espírito na calada da noite. Do desejo, conhecia-lhe tudo, menos a consciência da sua existência. O seu desejo era fulminante, atirado a tudo o que não podia possuir. Olhava Tomás, que seguia à sua frente.