Um dia, a voltar para casa, deparei-me com um pedaço de negativo atirado ao chão, em frente à porta do meu prédio. Uma relíquia de outros tempos, sem qualquer pista de como terá ido parar ali. Decidi pegar nele e guardá-lo. Eram três fotografias, talvez dos anos 80 ou inícios dos 90. Uma delas chamou-me a atenção pela sua peculiaridade.