Olá!!
Como está você? Tudo bem?
Espero que sim!
Nessa véspera de Natal, você sabe, como cristãos celebramos esta data como o nascimento do salvador do mundo. Por isso hoje, quero te convidar a pensar:
Por que o nascimento de Jesus faz com que pessoas de diferentes credos e culturas também vejam no Natal a valorização do tempo em família e a celebração de amor e união?
Bom, se você é cristão e conhece um pouco de Bíblia, sabe que esse nascimento foi amplamente profetizado no Antigo Testamento. Sabíamos que seria um menino, descendente de Abraão, que seria da tribo de Judá, da linhagem de Davi, que uma virgem o conceberia, que nasceria em Belém… e que seria o salvador do mundo.
Mesmo assim, a chegada desse tão anunciado e esperado salvador, foi marcada pelo inesperado nascimento em um lugar que parece estranhamente inapropriado.
E tem mais!
José e Maria eram jovens, inexperientes, estavam longe de casa, e, a Bíblia não fala que eles não tinham dinheiro para uma hospedaria. A história nos conta apenas que não havia lugar.
Você consegue imaginar o que se passava na cabeça de Maria e José, especialmente, naquele dia? O relato bíblico indica que eles estavam sozinhos e viajaram longos quilômetros entre duas cidades. Estavam bem longe de casa, sem suporte, sem ajuda e procuraram, mas as hospedagens estavam todas lotadas.
Até que uma hospedaria vendo a situação, lhes ofereceu a estrebaria, um estábulo, o lugar onde ficavam os animais. Cavalos, vacas, ovelhas e uma manjedoura. Não sabemos se Maria chegou ali com dores ou, se foi lá, que começaram suas contrações de parto.
Naquela época, os partos judeus eram eventos em família, comunitários, com parteiras e familiares mulheres dando suporte. Um nascimento era um evento de enorme importância familiar, ainda mais se tratando de um primogênito.
O que sabemos é que um bebê nasceu de parto natural. Que José foi o suporte de Maria, fazendo o parto, cortando o cordão umbilical. Imagine a emoção, as circunstâncias, o nascimento!
E Deus nessa história? Deus Pai, onipotente, onipresente e onisciente, dono do universo todinho, pegou seu filho e o entregou, confiadamente, a dois jovens que Ele, sabia: estavam comprometidos em ser família.
FAMÍLIA
O que muita gente esquece é que junto com Jesus, naquela noite, nasciam também um pai e uma mãe. Imagine isso!! Deus podia escolher nos enviar o Salvador de tantas formas, mas escolheu fazê-lo vulnerável e dependente de um pai e uma mãe de primeira viagem. Ele não explica as circunstâncias do nosso ponto de vista, mas deu condições para José e Maria darem conta das responsabilidades que deu a eles.
José e Maria sabiam quem era Jesus. Ao longo da história vemos que o parto foi um dos muitos desafios enfrentados por eles. Apesar de não sabermos muito sobre a infância e a juventude de Jesus, sabemos que ele crescia sendo educado e bem cuidado por seus pais.
Segundo a fonte mais confiável dessa história, a Bíblia, esses pais, até mesmo eles, precisavam de um salvador. Quanta responsabilidade! Até porque, como todos os pais eles também tiveram suas dúvidas, incertezas e desafios para educar aquele menino.
Percebe? Deus deu uma família para Jesus. Uma família que cresceu com a chegada dos seus irmãos. E isso sem contar com avós, tios, tias, primos e todas as alegrias e desafios que vem junto no pacote.
Deus deu seu filho a eles porque sabia que havia neles capacidade e disposição para cuidar e educar Jesus com todo o seu amor e responsabilidade.
RESULTADO
Nessa véspera de Natal, até mesmo países não cristãos, reconhecem e proclamam a sabedoria e importância de Jesus como modelo de humanidade. Como parte disso, gente que tem outra fé, outra cosmovisão, também olha para a José e Maria e reconhecem o valor da sua paternidade e maternidade humanas, reconhecendo-os como família porque eles aceitaram o desafio de serem pais, mesmo diante das mais absurdas circunstâncias.
O presépio nos lembra disso: Deus, ao mandar seu Filho para a terra, ao torná-lo humano, fez dEle o filho do homem por que família é um propósito divino.
Isso é tão forte para a humanidade, que até hoje, mais de 2 mil anos depois, a comemoração do nascimento de Jesus continua reunindo pessoas, que podem até não compartilhar da mesma fé, mas compartilham da mesma necessidade humana:
AMAR E SER AMADO.
O Natal se tornou uma data que é vista como um marco de amor, encontro familiar, reconstrução de vínculos e cuidado com o outro. Não existe hoje, no mundo, uma festa que reúna tantas famílias, em tantos países, por tantos motivos diferentes quanto o Natal. Uma celebração cristã, que tornou-se um ritual universal de encontro, porque responde a algo que todas as culturas precisam:
FAMÍLIA
PERTENCIMENTO
TEMPO COMPARTILHADO
& ESPERANÇA
PARA VER COM AS CRIANÇAS
Em meio a uma lista enorme de filmes de Natal que poderíamos compartilhar aqui, que tal imaginar como seria viajar no tempo e ver de pertinho como foi a história do 1º Natal junto com seus filhos?
Há um episódio da série Superbook em que Chris, Joy e Gizmo, personagens da série, são levados pelo superbook há dois mil anos atrás para compreenderem o verdadeiro sentido do Natal.
Por hoje, eu fico por aqui!
A gente se vê na próxima semana!
Até lá!!