A maioria das empresas só pensa em montar um conselho quando a crise já está instalada. O conflito societário explodiu. O caixa apertou. A sucessão virou urgência. E então alguém na sala pergunta: será que precisamos de governança?
A resposta sempre foi sim. Só chegou tarde.
Neste episódio, eu quero falar sobre o que a ausência de estrutura custa — não apenas quando a crise chega, mas todos os dias em que ela ainda não chegou. Porque governança não é remédio para doença. É arquitetura. E arquitetura se constrói antes de precisar dela.
Vou explorar por que tantas empresas de médio porte chegam a uma escala relevante sem qualquer instância formal de governança, o que se perde nesse vácuo e o que os dados de pesquisas recentes — do IBGC, do Instituto Locomotiva e da McKinsey — nos dizem sobre o custo real dessa omissão.
Também vou falar sobre o tipo de liderança que constrói estrutura em tempo de normalidade — e por que esse movimento é, na prática, um dos gestos mais estratégicos que um fundador ou CEO pode fazer pelo futuro do próprio negócio.
O telhado precisa estar pronto antes da chuva.
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