[OUÇA] Muita gente foi pega de surpresa com “Águas Rasas”, o novo filme da atriz Blake Lively, famosa por “A Incrível História de Adaline”. Dirigido por um espanhol que se destaca cada vez mais em Hollywood, o filme bebe na mesma fonte de Spielberg, mas faz coisas diferentes. Afinal, depois de filmes tão sofríveis com tubarões (cof cof - Sharknado - cof cof), é sempre um alento ver algo que pelo menos foi feito com carinho e dedicação. O diretor Jaume Collet-Serra já surpreendeu muita gente com “A Órfã”, “Sem Escalas”, “Desconhecido” e “A Casa de Cera”, provando ser um cineasta efetivo e competente. Com este novo filme, ele prova que pode fazer coisas diferentes. Acompanhe este podcast, que traz o clima de paz e natureza aliado à tensão dos perigos que fazem do ser humano frágil e indefeso. Rafael Arinelli, Daniel Cury, Cauê Petito e Will Bongiolo, todos integrantes do Cinem(ação), falam sobre o que é bacana, o que é “forçado” e o que vale a pena no longa, que dividiu opiniões, ainda que ninguém tenha reclamado do clima de tensão e da trilha sonora. Ao longo do podcast, tem diversos temas importantes, como a maneira com que o diretor utiliza imagens estonteantes - incluindo as do corpo da protagonista - e os efeitos visuais utilizados em diferentes momentos. “Águas Rasas” virou tema aqui no podcast porque houve debate entre os autores, muita gente falou sobre o assunto, e fez a gente descobrir um tipo de filme diferente do que realmente falamos.