Nos últimos meses, um termo em inglês surgiu para agitar – mais uma vez – a rotina da área de gestão de pessoas: o quiet quitting. Em tradução literal, o termo significa demissão silenciosa. Mas será que esse realmente é um movimento silencioso dentro das organizações? Além disso, esse é um fenômeno realmente novo? Para falar sobre esse assunto, contamos com a participação da Maria Paula Oliveira, Diretora de Gente, Jurídico e Compliance da LG, e Renato Curi, Sócio e Diretor de Design de Aprendizagem na Crescimentum.