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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠

No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo.⁠

No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes.⁠

Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%.

Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.⁠⁠