O que mais marca quem chega a um país de acolhimento?
No caso de Ana Teles o que mais a marcou na chegada à Alemanha foi, sem dúvida, a dificuldade em perceber a língua alemã. Além disso, confessa também que ficou muito surpreendida por, mesmo sem a conhecerem, lhe terem pago as compras porque o seu cartão do banco não funcionava, e não quererem o dinheiro de volta.
No que toca a viver no estrangeiro refere que “conhecer outros portugueses ajuda muito na integração de um país porque rimos das mesmas coisas e choramos das mesmas coisas”.
O balanço das experiências no estrangeiro nem sempre é igual para toda gente, mas Ana afirma que no seu caso “valeu a pena vir para a Alemanha por toda a experiência pessoal e profissional”.
A nossa convidada refere que o que lhe dá mais gosto é trabalhar naquilo que começa na sua cabeça como uma teoria e termina na prática.
Ana Teles é natural do Teixoso (Covilhã) e estudou Biologia na Universidade de Évora.
Através do Programa de Doutoramento em Biologia Experimental e Biomedicina da Universidade de Coimbra veio para a Alemanha fazer a sua tese de Doutoramento em Imunologia da Gravidez, tendo trabalhado e vivido em Berlim e Magdeburgo.
Neste momento, é investigadora em Imunologia Evolutiva na Universidade de Hamburgo e no Instituto Max Planck de Biologia Evolutiva, no norte da Alemanha.
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