Ela sabe que eu sei que ela sabe que eu matei,
Fiz meus planos de manhã morte certáo fim da tarde.
Matas com palavras quem te ama,
Sufocas com sorrisos quem te desdenha.
Não sou um gajo feliz,
De ambição nem vês um triz.
Se achas que devo mudar
Mostra-me algo que me faça tentar.
Anjo voa, deixa-me à toa (Vai p'ra longe e mergulha da ponte...)
Morte certáo fim da tarde e tens a casa cheia de sangue,
São sete cães a um osso, meretriz de puro sangue, (Puta com pedigree)
É uma história sangrenta, sublimada por luxúria,
Chama-lhe paixão ou amor, é só júbilo e dôr.
Anjo voa, deixa-me à toa...
Letra: Jorge Francisco
Música: Jorge Francisco