Yogar é compreender-se como um ser inacabado, portanto, humano. Yoga é um aliado à humanização, pois alguns de nós agem de forma desumana. No processo humanizador yoguico há q superar a ignorância ou alienação de si (avidya). Mas tem mais.
Yogins autênticos aprendem q suas alienações (ou mayas) constroem sentidos a ele e, uma vida sem mayas, é só des-ilusão.
Aqui bugou né tiozão? Te pego pela mão.
Yogar é (0) saber-se alienado; (1) inventar mayas pra viver; mas (2) q seja compartilhado (pra tu não ser esquizofrênico de hospital ou líder de seitas) e (3) ter consciência q se vive nele, caso contrário vc volta ao nível zero: um total alienado de si (e de outros), portanto, desumano.
Yoga pode ser td o q lhe ajuda a ser humano.
Há q saber estabelecer um jeito de viver, mas sem cair na desesperança ou na arrogância dos tolos q acham q sabem td: iluminou.
Todo yogar inautêntico navega na superfície de um mestre e|ou de livros revelados. Os yogas autênticos orbitam na dialógica educador-educando. Estes, se beneficiam do inacabado q sempre serão, mas juntos, compõem saberes provisórios.
Sabem q a diferença entre {samsara} e {kaivakya} reside na qualidade do conhecimento construído em ambos. A prudência e o estar à espreita os unem, e não o poder, ordem ou autoridade.
Td modo de viver seu, dos hathas, aristotélicos, de Patox, Jois, Jesus ou dos transhumanistas (como a turba elonmuskiana), são uma invenção|maya ou plano de consistência. Tds seus pensamentos são apenas ideias do seu corpo inteiro na relação com outros corpos abrindo infinitas perspectivas da realidade q os rodeiam.
Td acúmulo de saberes humanos não faz de vc hj mais sábio do q um índio xavante do séc. IX, mas um indivíduo sujeito do seu tempo q, cada vez mais vive sem tempo de conhecer; e sob o falso evangelho do “se…”, q nunca chega, se convence superior aos antigos, pois tem acesso ao Wikipédia.