Quando ela deu por si já estava em águas profundas em direção a outra colônia dos povos da cruz. Alguns sacerdotes haviam a condenado de bruxaria. Seria desterrada pelas bandas lá.
Só não a queimaram, como as outras de pele escura, por milagre de Nossa Senhora (a mãe do Deus cruzado), pois bem registraram: “seu caldeirão era interno, localizado nas ancas, onde ascendia uma serpente que enfeitiçava homens cristãos casados, desviando-os d’Eus”.
Ela, pensando hj, acha curioso como os ritos rítmicos yoguicos de ontem, continuam {vivekadiando-se} em full moon’s hj em corpos, como de Goa Gil.
Após meses ao mar mantrando a Shanta Durga, Conceição (nome de convertida forçada) não consegue atracar na ilha de Gohayó. Uma batalha entre os nativos e o povo da cruz, afundou sua barca. Nadou até Itaquitanduva, atrás do Xixová.
Viveu ali, entre as {dravidianas} das bandas de cá por alguns anos. Amou outras e aprendeu fechar o {cavalo} aos povos da cruz, mas tb ensinou a arte do {cozimento de corpos} a elas.
Eram lunares. (En)cantavam lindaMentes.
A natureza é trans. Como partes D’Ela, tds somos um pouco Drag. Não há fora. Como não Sê-la Queer?
Yoga, essa religião do corpo, manifesta-se de diferentes formas; múltiplos jeitos de pensar vidas singulares e comunais. Bailam nuas, banhadas de lua em escuros transes psy. Enfeitiçam, derretendo ideais, fritando universais, enqto cozinham corpos em largos quadris de barro. O fogo na mata escura, alumia cantos de velhas sereias, doulas dos povos nômades.
Perambulando, conheceu os jardins carijós, numa outra ilha. Casou de novo (cunhadismo, sabe como é) e educou 7 filhas. Estas, nômades tb, habitam rios prânicos q deságuam orgone à jovens gaiarsas: cozinha mágica alimenta yogiNIs e coiotes dos seios de Durga.
Todas elas continuam (en)cantando corpos e espantando tatus-bolas e anões de labirinto.
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Homenagem à todes não recomendáveis