Há qm viva yoga como meio de relaxamento, arrefecimento de sintomas. Não suPORTAM Indis-Posições: angústias, depressão, ansiedade são {toxinas} a serem eliminadas com medo de alastrarem-se e derrubarem seus frágeis corpos.
E há os que vivem seus yogas como meio de escuta corporal. Filosofam fisiologicamente. Suas práxis yoguicas se alimentam dos sintomas. É uma questão paradigmática, de estar embebido de uma perspectiva positiva ou negativa.
Nenhum é mais yoga do q outro. Cada um opera para fins de polaridade específicas. Eles se diferenciam pelo tempo de cozimento.
Os primeiros, negativos, devem o qto antes extirpar corpos estranhos, diferentes. Demoram-se menos. Se dedicam, ademais, à filosofia do bem-estar; vivem e praticam para o dia. São imediatos, solares, rajasicos. Fritam, não cozem. Mas não deixam de ser yogiNIs por suas velocidades e acelerações.
Os segundos, os positivos, são lentos. Cozinham em banho-maria seus corpos. Fogo brando. Eles se dedicam à filosofia da inquietação; vivem e praticam para a noite. Há sempre uma mediação, são lunares, tamasicos. Derretem, não fritam. São yogiNIs envoltos em desacelarações, lentidões, {devagaram-se}.
O relaxamento habita tds corpos yoguicos, não se engane. Mas são úteis, seja na produção de quem são (positivos e lentos, devir ♾ ) ou do que não podem deixar de ser (negativos e acelerados, escassez ♾).
Todo meu empenho aqui não é o confronto destrutivo, mas da reflexão crítica a td forma de pedantismo.
Tu é yogiNI, mesmo despossuído de qq matriz indiana. Se o seu yoga potencializa, empodera ou entristece é uma questão para além do bem e do mal. Reside na arte dos encontros e não da moralidade.
Yoga é pagão.