Enqto um yogiNI tatu-bola se move pelo tato e olfato, por terras úmidas e profundas em busca da letra mística perfeita; um yogi anão de labirinto possui tb só 2 afectos: satisfação e desconforto.
Os primeiros buscam encontrar propósitos na vida, os últimos construir o deles. Ambos se enganam, pois esquecem devires pelo caminho.
Não se perde, pois não vim me explicar.
Os anões creem na superação lógica-racional do paradigma dos tatus: hierarquia coercitiva.
Td liberdade anã advém da maior eficácia de suas técnicas no aumento de satisfação e baixos prejuízos (devotos de Mises). Uma nova liberdade q supera a supremacia ariana?
Solidários, Escolhidos e agora, os Competitivos.
(1) Promove-se o INTERESSE por algo yoguico “não-revelado ainda”. (2) Surge agora uma necessidade que ninguém “sabia” desejar: Yogas ÚTEIS pra cólica, resiliência, pra dormir, pra acordar mais cedo e romper a procrastinação (o gde mal que acomete os anões| o novo klesa). (3) Esta nova mercadoria yoguica SATISFAZ tds as minhas angústias q não tinha antes dos anões chegarem! Não é mágico isso? Não, é fetiche!
Avidya, enfim, superada pelo aumento do lucro|satisfação|samadhi = views! Mantro td santo dia para q se afastem de mim e se calem… o diacho do prejuízo|desconforto|vrtti.
Só em terras onde as vontades humanas não se esvaziem, vive-se yoga. Isca pros carentes de yogas-úteis que satisfaçam o interesse que não existia.
Confusão entre heteronomias e autonomias, selvagens nômades se movem nos bonsensualismos de Gramsci em Debrun.
Enqto isso, “vida plena” se associa à lucro e menor desconforto, “momento presente” com atenção de 3min tik-tok, e mkt de cerveja e idiotas do YT viram filósofos zen.