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Há, entre a indiferença e a repetição, o diferente. Uns fazem-yoga e outres q flores-yogin. Buscar seu yoga, não é descobrir um novo nicho de mercado, mas yogar como obra de arte.

O saber do yogin não vem do mercador replicante ou do indiferente, ambos não sabem provocar o q distingue. Há q remexer o fundo q sobe à superfície “sem deixar de ser fundo”. Na emersão forma, enqto imersos, agem na alma das gentes.

Iyengar Yoga é a forma q o homem Iyengar e suas circunstâncias deram à sua força de fundo. Assim como a Yogaterapia-Hermógenes e a Restaurativa e o Sarra, às mulheres Miila e Tainá. E com vc?

Yogas Indeterminados, são espontaneístas; Yogas Determinados, idealistas. Yogar na Diferença, causa espanto, pois surge do fundo, desformado, ainda sedentário; por isso mesmo precisa ser representado (nunca interpretado).

Há então, q se aprender a mediar o yoga diferente q emerge do seu fundo disforme para (re)presentá-lo. É um processo longo e gradual. É sobre viveka do q falamos: discernir sem forma q surge das imersões em si e suas circunstâncias. Pensemos em viveka como uma linha abstrata q emerge do fundo, o q passava desa|percebida|mente.

A cada samadhi um possível viveka. Essa diferença q passa indiferente. Mas, e o q fica? É preciso uma identidade a {isso}, indeterminado. Analisemos relações q farão surgir o|posições no interior do processo, até q semelhanças do objeto de imersão e o q emergiu do fundo, determinem novos conceitos - ganhando vida.

Aquele {isso}, agora {aquilo}. A cada imersão yoguica o novo surge. Os antigos alquimistas com os instrumentos yoguicos transformando mercúrio em ouro, sabiam “fazer a diferença”.

O invisível mediatizado torna-se vivível com Yoga. Qual? O seu ora bolas, qual outro? Yogins cozidos mediando o sutil| despercebido, inventam jeitos| formas. Seria isso a abertura do tal terceiro olho 👁 q tudo vê?
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Inspiração: Gilles Deleuze. Diferença e repetição.