Quero dizer hoje que uma das doenças dominantes que nosso mundo enfrenta hoje é a "Síndrome de Estocolmo". Muitos de nós estamos sofrendo de uma espécie de “Síndrome de Estocolmo” cultural, defendendo cegamente e reivindicando como boas para nós mesmas as coisas que nos mantêm cativos. Ou, para colocar de forma mais filosófica, abraçamos os poderes aos quais estamos tão escravizados de boa vontade.