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Description

Poema Testamento de Mario de Andrade "Quando eu morrer quero ficar" revisitado nesta tarde de garoa em plena estiagem do deserto de racionalidade na arte e na política nacional. A Paulicéia na Vanguarda do Atraso sente a falta dos Poetas, Seresteiros, Namorados... todos correram para ver o tempo passar na janela virtual das redes sociais.