Em 14 de outubro de 2019, os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovaram, em primeiro turno, o projeto da Escola Sem Partido, que impede a abordagem da chamada "ideologia de gênero" nas instituições de ensino da capital mineira.
A discussão sobre o texto se estendeu por várias semanas. Teve tumulto, obstrução de pauta, empurra-empurra no plenário e, por fim, galerias esvaziadas para que pudesse ocorrer.
Mas o que realmente está por trás do projeto, reivindicação da bancada cristã, chamado de "lei da mordaça" pelos oposicionistas? O Tempo Hábil desta semana conversou com Lucas Henrique Gomes, repórter da editoria de Política do jornal O Tempo, que acompanha de perto o processo da tramitação do projeto de lei.