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Já se passaram três anos e sete meses desde o dia em que uma barragem da Samarco se rompeu nas proximidades da cidade de Mariana, região Central do Estado. O desastre, maior tragédia ambiental do país, deixou 19 mortos, além de arrasar todo o distrito de Bento Rodrigues e parte de Paracatu de Baixo e Gesteira, deixando centenas de famílias desabrigadas.

Um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) foi estabelecido entre diversas entidades envolvidas com o rompimento e elencou ações voltadas para a reparação dos danos da tragédia. Esse termo definiu as bases para a criação da Fundação Renova, que ficou responsável pela gestão das medidas definidas. Em três anos de existência, a fundação já desembolsou R$ 5,7 bilhões de reais, mas as pessoas que perderam suas casas continuam aguardando a entrega das novas moradias e suas indenizações.

O Tempo Hábil desta semana conversa com as repórteres da editoria de Economia, Ludmila Pizarro e Queila Ariadne, que fizeram matéria especial sobre as implicações dessa situação e posteriormente entrevistaram o presidente da Renova, Roberto Waack. Ouça a conversa abaixo ou no seu tocador de pocasts favorito.