Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a progressão, o jogador vem tentando retornar aos gramados, mas a repercussão negativa de tê-lo em seu elenco tem feito sucessivos clubes recuarem do interesse por sua contratação.
Um caso como esse suscita questões de diversas ordens, entre elas o crescente protagonismo do combate à violência de gênero na sociedade, a forma como a masculinidade é expressa no futebol, a ressocialização pela via profissional após um caso emblemático e de ampla repercussão como esse e até mesmo como essa discussão se insere no contexto mais amplo do sistema prisional brasileiro. Todas elas são tratadas no episódio desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!