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Por mais que o Vitão torça o nariz pro futebol alemão, a verdade é que, no sapeca iaiá aplicado sobre a Argentina, os novos teutões (com pitadas polacas, turcas, árabes, latinas e brazucas) provaram que são o time mais convincente dos sobreviventes da Copa.

Ninguém esperava que a Alemanha fosse encantar, e é irônico vê-los, agora, ter que encarar justamente a Espanha, o time que todos esperavam que encantasse, e que até agora não mostrou muito (fora o artilheiro Villa, o resto do time não fez nada de mais), embora tenha conseguido avançar.

A igreja maradoniana já tem motivos prá crucificar o seu ídolo. A derrota expôs a pobreza tática do seu time, e agora a Argentina terá que discutir como se reerguer e não desperdiçar uma geração de grandes jogadores.

Não só os argentinos estão pensando no seu futuro. O Brasil já debate seu futuro técnico, e os protagonistas dos rumores são gaúchos: Felipão e Mano Menezes. Também se fala em Ricardo Gomes e Leonardo, e há quem peça por Muricy. E, claro, não poderia faltar a cada vez mais apelativa e menos provável hipótese de uma segunda chance ao (auto)candidato de sempre: Van Luxemba.