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Description

É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
É da natureza do tempo que a razão invada assim
É da natureza do tempo que um império tenha fim
É da natureza do tempo que o sofrimento tenha fim


Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
E como a história conta, os antigos caem em mares
Quando o novo encontra o velho, ruem certeza e crenças
E como a história conta, a verdade sempre florece

Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
A aurora do futuro já vem
Cercados pelo medo, o fim da ameaça chega ao sim
A aurora do futuro já vem

O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
Hipátia grita que ecoa 2.000 anos, de dor e razão
Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou
Num mundo de fé, sem fé, vencemos

Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
Quando a nova era surge, a fé vira relíquia
Quando a nova era brilha, a razão resurge 

É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
É da natureza do tempo que a clareza vem em paz
É da natureza do tempo que os humanos acordem
É da natureza do tempo que os gritos sejam ouvidos

Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
Chamaram de infieis, mas eles que realmente eram fiéis   
A aurora da verdade chegou

Até o fim resistirão
Mesmo poucos, não cederão
Na razão, na inclusão
Madalyn, de pé na contradição
Hipátia, de pé com a razão

Mil contra um, aço contra o sermão
Mil contra um, ciência contra a ilusão
Mil contra um, a mulher contra a exclusão
Mil contra um, a fogueira contra a ilusão 

Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.

Lista, não excludente, sendo atualizada: