A corte paralisou as apreciações no dia 16 de junho por conta de um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. O relator da ação direta de inconstitucionalidade, ministro Roberto Barroso, votou pelo pagamento do piso, mas com a condicionante de que o valor seja até o limite do que for repassado pela União a estados, municípios e Distrito Federal.