Será que Jesus seria culpado da ansiedade que proibiu seus discípulos de ter (Mt 6:25)? Ele teria ficado aquém da realizações de Paulo, como alguém que aprendeu a está contente em todas as circunstâncias (Fl 4:11)? Ou do preceito de “alegrar-se sempre” (Fp 4:4)? Ele poderia ser cheio do Espírito Santo, mas não ter recebido o fruto da alegria (Gl 5:22)? Ele poderia ter dado descanso e alivio aos outros quando ele próprio estava triste e cabisbaixo (Mt 11:28)?
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